segunda-feira, 21 de novembro de 2011


Os desafios


Desafio é considerado como aquilo que é difícil, perigoso. Todos temos nossos desafios diários. Uns, maiores do que outros. E, na pauta das nossas realizações, cada qual encara o desafio de uma maneira diferente.
Alguns o creditam à conta das dificuldades, estancam o passo e se dão por derrotados, sem combater.
Outros tantos enfrentam os desafios e se tornam vencedores.
Diz-se que o general Mac Arthur foi recusado na academia militar de West Point, não uma, mas duas vezes.
Tentou uma terceira vez, foi aceito e graduou-se como primeiro aluno, no ano de 1903.
Já na reserva, durante a segunda guerra mundial, foi chamado à ativa e marchou para os livros de história. Recebeu a capitulação japonesa em 1945 e comandou as tropas de ocupação até 1950.
Nesse ano, foi convocado para chefiar as tropas, sob a bandeira da ONU, na Coréia.
Albert Einstein foi qualificado por sua professora como “mentalmente lerdo, não sociável e sempre perdido em devaneios tolos”.
Ele não deu ouvidos às referências nem às dificuldades com aprendizagem nos primeiros anos escolares.
Doutorou-se na Universidade de Zurique, ofereceu ao mundo a teoria da relatividade e foi prêmio Nobel de Física de 1921.
Alexander Graham Bell, ao inventar o telefone, em 1876, não tocou o coração de financiadores com o aparelho.
Houve quem comentasse: “é uma invenção extraordinária, mas quem vai querer usar isso?”
No entanto, o telefone lhe valeria o prêmio volta, do instituto francês.
O dinheiro do prêmio serviu-lhe para montar um laboratório em Washington, legando à humanidade entre outras tantas invenções, o ouvido artificial, capaz de registrar sons e o pulmão de aço para respiração artificial.
Ludwig Van Beethoven teve uma vida marcada por amarguras, por causa da perda progressiva da audição, que teve início aos 31 anos.
Aos 44 anos, ficou completamente surdo, o que não o impediu de continuar a compor sonatas para piano, variações sobre uma valsa de Diabelli, a nona sinfonia.
Sua música, naquele período, se tornou abstrata, diferente.
Winston Churchill foi um estudante medíocre. Seu pai o transferiu para um colégio militar e ele concluiu o curso com brilho.
Perdeu a primeira eleição que disputou. Sua carreira política somente se iniciou depois de sua fuga de um campo de prisioneiros na áfrica do sul.
Seria sucessivamente derrotado em três eleições, e sua maior contribuição ao mundo se daria quando já era cidadão idoso.
Foi jornalista, escritor, pintor, orador e político, numa sucessão de perdas e recomeços, até alcançar o que o mundo considera sucesso, reconhecimento público.
Informando-nos a respeito dos feitos e das lutas incessantes de homens como esses, com certeza nos perguntaremos: “qual a diferença entre eles e nós?”
Por que eles conseguiram vencer?”
E a resposta é que eles acreditaram em si mesmos. Não desistiram ante as derrotas ou insucessos, não deixaram de lutar contra o desânimo, o fracasso, nem se deixaram levar pelas observações apressadas de pessoas sem visão de futuro.
Pense nisso
Todos somos portadores de dificuldades. O grande desafio é vencê-las, quando e onde se apresentem.
Para o cristão, o maior dos desafios será viver fielmente os princípios que esposa, num mundo onde quem mais tem, é melhor considerado.
Contudo, têm por modelo o maior de todos os vencedores: Jesus. Ele venceu o desafio do abandono dos amigos, a solidão nas horas mais amargas e a morte vergonhosa que Lhe impuseram.
Um dos Seus mais belos exemplos é o de que o homem tudo pode quando movido pela certeza das verdades que carrega.

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